<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-38621755</atom:id><lastBuildDate>Sat, 26 Dec 2009 03:05:55 +0000</lastBuildDate><title>Ah, é?</title><description></description><link>http://vemninois.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (CAROLINA)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>141</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6237822514920088369</guid><pubDate>Thu, 24 Dec 2009 12:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-24T10:07:57.111-03:00</atom:updated><title></title><description>Ao invés de dez horas de viagem (já fizemos em nove horas e meia até), eis que demoramos mais de onze horas pra chegar aos pampas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito movimento, chuva, neblina e caminhões por todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí o que já era cansativo, virou esgotante mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então chega-se ao destino, descarrega-se o carro, acomoda-se um pouco. Já não está aquele calorão típico da época, mas justamente por causa da chuva, o clima é o mais ameno possível, agradabilíssimo, diria. E já se prepara para anoitecer, perto das nove da noite, tão diferente de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se dá de cara com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SzNmuqC85qI/AAAAAAAAAIM/5UbK69b6cJY/s1600-h/P1040198.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SzNmuqC85qI/AAAAAAAAAIM/5UbK69b6cJY/s400/P1040198.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418787728403523234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E se esquece de todo o cansaço (ou boa parte dele) e se lembra do quanto vale à pena vir reencontrar as pessoas, descansar o corpo e o espírito. Porque isso aí em cima não é nenhuma novidade aqui não, e coisa corriqueira. A cada vinda a gente volta com pelo menos uma dúzia de fotos iguais a essa, tiradas aqui do quintal mesmo. Sem efeitos e sem nada, que não precisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6237822514920088369?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/12/ao-inves-de-dez-horas-de-viagem-ja.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SzNmuqC85qI/AAAAAAAAAIM/5UbK69b6cJY/s72-c/P1040198.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6375997929854578727</guid><pubDate>Mon, 21 Dec 2009 23:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-21T20:51:34.118-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Viagem à vista depois de amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a maior preguiça do mundo de arrumar as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas alturas eu juro que achei que não ia estar trabalhando assim tão intensamente. Até de calça jeans eu fui hoje pro escritório. E sapato baixinho, toda esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não adiantou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enganei todo mundo, menos os prazos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que amanhã começo o dia, cedo, em Colombo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois volto pra fazer outras cousas de trabalho muito mais sério do que eu desejava. Pelo menos nessas alturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natal no Rio Grande e Ano Novo em Curitiba, sem intervalo de tempo suficiente pra ir pra praia ou qualquer outro canto do mundo para a virada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu fosse, que a preguiça – sempre ela – é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre bom ter a ilusão das opções abertas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6375997929854578727?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/12/viagem-vista-depois-de-amanha.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6893482116268622259</guid><pubDate>Sat, 05 Dec 2009 22:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-05T19:06:22.032-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Das surpresas boas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas coisas acontecem pra dar aquele ânimo, aquele incentivo e pra recobrar aquela velha – porém cansável – fé nas pessoas. E na justiça dos homens, digamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o caso de uma ação assim tão urgente que acabou mobilizando todo o escritório, de uma menina com caso sério sério de câncer, e que teve negado do plano de saúde um dos medicamentos pra sua quimioterapia. E que piorou drasticamente e precisava de tudo para ontem. E faz ação à noite, pra distribuir no outro dia, e corre daqui e corre dali, e fala com um e com outro. E a coisa faz efeito, e sensibiliza as pessoas, e corre tudo bem. Que é bom variar um pouco de tanta desgraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro horas depois da distribuição, liminar deferida, mandado expedido na mesma hora, oficial de justiça que sai correndo e ligação no final da tarde de funcionário do próprio plano de saúde, dizendo que as guias já estavam todas liberadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a alegre ligação pra mãe da menina, que, muito cansada, ainda consegue agradecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí se respira. E se consegue e se permite sentir o cansaço acumulado de todo o esforço de tudo que se faz nessa vida, que se tentou nessa e em outras causas, com ou sem resultado bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a vida tem disso, de surpreender. Pro bem também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom pra lembrar e pra retomar o fôlego nessas alturas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6893482116268622259?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/12/das-surpresas-boas.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-8166713092497947604</guid><pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-29T17:41:01.658-03:00</atom:updated><title></title><description>Depois de um final de semana chuvoso, eis que agora, aos quarenta e quatro do segundo tempo, faz um domingo de sol, muito sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tentando muito muito fugir do monotema do cansaço extremo e do trabalho que suga as poucas energias que se tem. E só se consegue poupá-las um pouco deixando de fazer a lição de casa que tinha que se feita, mãs. Compensa pra descansar, mas já já pago com juros com a ansiedade do cão que vem junto com a noite do domingo, e com a musiquinha do Fantástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que o Inter aqui jogando e o digníssimo perdendo a paciência. É um que tem que perder, outro não pode ganhar e outro que também não pode de jeito nenhum. E ele que tem que ganhar. E tudo isso ao mesmo tempo agora. Apesar do nó na cabeça das milequinhentas mudanças de canal, ainda assim é melhor, que não fica essa coisa de futebol o dia inteiro sem parar. Não que eu não goste, mas quando se descobre que é possível ver futebol todo santo dia da semana nos mais diversos continentes deste nosso mundo, sem contar o diacho do winning eleven, vai-se pegando um pouco de birra. Um pouco só. Da cor verde e de barulho de torcida. Síncopes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a vista neste exato momento. Que ilustrar sempre é bom, todo um contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SxLb-QHigrI/AAAAAAAAAHc/ggbWMlXBris/s1600/P1040196.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SxLb-QHigrI/AAAAAAAAAHc/ggbWMlXBris/s320/P1040196.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409627964950348466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De vez em quando a gente fica invisível. Faz e acontece e ninguém percebe. Fato este especialmente notório quando em jogo do Inter, de verdade. O que não é ruim, não mesmo. Muito interessante, diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tevê, chove no jogo do Atlético, que é aqui em Curitiba. Aqui, tão perto, ainda não. Mas já vai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-8166713092497947604?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/11/depois-de-um-final-de-semana-chuvoso.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SxLb-QHigrI/AAAAAAAAAHc/ggbWMlXBris/s72-c/P1040196.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-3215414140498015179</guid><pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-28T15:05:11.421-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Hermann Hesse, amigo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Assim como agora me visto e saio, vou visitar o professor e troco com ele algumas frases amáveis, mais ou menos falsas, tudo isso contra a minha vontade, assim procede a maioria dos homens que vivem e negociam todos os dias, todas as horas, forçadamente e sem na realidade querê-lo; fazem visitas, mantêm conversações, sentam-se durante horas inteiras em seus escritórios e fábricas, tudo à força, mecanicamente, sem vontade; tudo poderia ser realizado com a mesma perfeição por máquinas ou não se realizar; e essa mecânica eternamente continuada é o que lhes impede, assim como a mim, de exercer a crítica de sua própria vida, reconhecer e sentir sua estupidez e superficialidade, sua desesperada tristeza e solidão. E tem razão, muitíssima razão, os homens que assim vivem, que se divertem com seus brinquedinhos, que correm atrás de seus assuntos, em vez de se oporem à mecânica aflitiva e olharem desesperados o vazio, como faço eu, homem marginalizado que sou. Se às vezes desprezo e até me burlo dos homens nestas páginas, não será por isso que os culpe de minha indigência pessoal! Mas eu, que cheguei tão longe e estou à margem da vida, de onde se tomba à escuridão sem fundo, cometo uma injustiça e minto, se pretendo enganar-me e enganar os outros, como se funcionasse também para mim àquela mecânica, como se continuasse a pertencer àquele mundo nobre e infantil do eterno jogo!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(O Lobo da Estepe.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-3215414140498015179?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/11/hermann-hesse-amigo.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-3184281644405515355</guid><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-29T17:44:12.198-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O do Rubem querido, que ficou faltando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A ansiedade é o buraco deixado pelo desejo esquecido, o buraco de um coração que não mais existe: grito desesperado pedindo que o desejo e o coração voltem, para que se possa de novo gozar a beleza da copa do ipê contra o céu azul. Tão terrível é esse vazio que vários rituais foram criados para exorcizar os demônios que moram nele. Um deles é a minha agenda – e a agenda de todo mundo. Quando a ansiedade chega, basta ler as ordens que estão escritas, o buraco se enche de comandos, e se fica com a ilusão de que tudo está bem. E não é por isso que se trabalha tanto – da vassoura das donas de casa à bolsa de valores dos empresários? São todos iguais: lutam contra o mesmo medo do vazio.&lt;br /&gt;“E vós, para em a vida é trabalho e inquietação furiosos – não estais por demais cansados de viver? Não estais prontos para a pregação da morte? Todos vós para que o trabalho furioso é coisa querida – e também tudo o que seja rápido, novo e diferente – vós achais por demais pesado suportar a vós mesmos; vossa atividade é uma fuga, um desejo de vos esquecerdes de vós mesmos. Não tendes contudo suficiente em vós mesmos para esperar – e nem mesmo para o ócio” (Nietzsche).&lt;br /&gt;Por isso ligamos as televisões, para encher o vazio; por isso passamos os domingos lendo os jornais (mesmo quanto nossos filhos brincam no balanço do parquinho), para encher o vazio; por isso não suportamos a idéia de um fim de semana ocioso, sem fazer nada (já na segunda-feira se pergunta: “E no próximo fim de semana, que é que vamos fazer?”); por isso até a praia se enche de atividade frenética, pois temos medo dos pensamentos que poderiam nos visitar na calma contemplação da eternidade do mar, que não se cansa nunca de fazer a mesma coisa.&lt;br /&gt;Certos estão os taoístas: a felicidade suprema é o Wu-Wein, fazer nada. Porque só podem se entregar Às delícias da contemplação aqueles que fizeram as pazes com a vida e não se esqueceram dos próprios desejos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é d’As melhores crônicas de Rubem Alves, da Editora Papirus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas não tinha assim tão a ver com o que eu ia dizendo, mas é sempre bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não devo mais nada também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-3184281644405515355?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/11/o-do-rubem-querido-que-ficou-faltando.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-7399506957965728670</guid><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-29T17:44:30.162-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Já que o tempo passou&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E provavelmente ninguém mais se aprochega a este espaço perdido entre tantos outros milhares de novos espaços surgidos de lá pra cá, peço licença para um diálogo público com a capanheira Mariana, amiga de todas as horas e co-proprietária desta bodega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merilú, que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que depois de muito mais de seis meses sem nem abrir a coitada desta página, e depois da idéia de bar de de repente inaugurar outra página para mudar de ares e ver se a coisa re-engrena (que eu nunca deixarei de usar hífen e trema), agora que cá vim, tenho eu as minhas dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a gente se apega aos filhos, né mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lendo as escritas de outrora, concordo contigo em tudo: ó, a espontaneidade. E pergunto aqui logo em seguida: para onde diabos ela foi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesma nem reconheço a capacidade e a criatividade dos textos escritos, lá no falecido outro blog. Mesmo nas épocas róseas, a coisa ia ao menos livremente, sem pensar e sem precisar ter tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não se tem tempo, não se cria tempo, e no pouquíssimo que se tem, as coisas não fluem. Não se tem idéias, nada vem e só se quer descansar. Descansar do trabalho, dos prazos, dos clientes, do trânsito e da semana que se vai com uma rapidez desesperadora. De ligar a televisão, pois nem pro silêncio se tem mais paciência. Sobre isso tem alguma coisa num texto do Rubem Alves, que eu estou lendo, mas não está aqui. Fico devendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí que a gente perde o fio da meada, de tanto desacostume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o facto é que não escrevemos, Márê. E precisamos. Que bem lembro que as coisas eram mais leves dantes. E pode ser, não se sabe, que tenha alguma coisa a ver com isso, de escrever. E com todo o desprendimento que vinha com a escrita. E da falta de compromisso com qualquer coisa ou pessoa. Até nomes completos, lugares e profissões a gente, muito desavisadamente, deixava ali, para quem quisesse ver ou pesquisar. Não precisamos ir tão longe na regressão, que bem sabemos que a responsabilidade está aqui e não se pode fugir tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí, voltamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ou ficamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse lugar ainda dá um caldo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois começo a achar que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bem podemos ir pra outro lugar e começar tudo de novo em novos ares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou recomeçamos de onde paramos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, recomeçar é preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que achas?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-7399506957965728670?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/11/ja-que-o-tempo-passou-e-provavelmente.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-1504469461533064308</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T19:15:31.564-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Quando um óvulo é fecundado por um espermatozóide, ele logo começa a se dividir. A primeira célula vira duas, essas duas viram quatro, as quatro viram oito e por aí vai. Até atingir o número aproximado de trinta e duas, o que leva uns três ou quatro dias, essas células são chamadas de células-tronco totipotentes. Isso significa que cada uma delas é um ser humano em potencial. Podem desdobrar-se não apenas em qualquer tecido do corpo, mas também na placenta e em outras estruturas extra-embrionárias essenciais para o desenvolvimento do feto no útero. Depois as células começam a se especializar. Surgem as pluripotentes, que podem se transformar em qualquer tecido, e as multipotentes, que podem se diferenciar nas células de determinado tecido ou órgão. As células ganham empregos e adultas. Apesar de ainda guardar a informação genética completa, elas esquecem de como usá-la. Sofrem lavagem cerebral para ser apenas fígado, neurônio ou glândula pituitária. Tem todas as pecinhas, mas só uma página do manual de montagem. No entanto, está tudo ali, adormecido. Esse potencial de ser qualquer coisa. A visão do todo necessária para gerar um novo ser. Comecei a me informar obsessivamente sobre essas coisas ainda em São Paulo, ainda com Danilo, mas só agora, enfim grávida, afundando as botas na neve por uma trilha que me levaria ao cume de uma montanha, me ocorria que devia haver um paralelo entre as vicissitudes do embrião e a angústia humana de ter de se contentar com a limitação do que somos. Como se o corpo e a mente carregassem do nascimento à morte a nostalgia daquela totipotência. Simplesmente não nos conformamos. Ninguém nos ouviu. Não fomos consultados pelas forças que nos deram forma e nos reduziram a algo tão menor e mais específico do que...do quê? Não sabemos, nunca recordaremos por completo, mas não importa, porque o intuímos em toda a sua imensidão. Montanhas e oceanos nos fazem pensar nesse tipo de coisa.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Galera, Daniel. “Cordilheira”.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-1504469461533064308?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/11/quando-um-ovulo-e-fecundado-por-um.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-3422387606850958551</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-01T14:28:57.186-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;em&gt;"Eu nunca sei se quero descansar porque estou realmente cansada, ou se quero descansar para desistir." &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clarice Lispector.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-3422387606850958551?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/10/eu-nunca-sei-se-quero-descansar-porque.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-7976306552102777833</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 18:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-10T15:55:14.860-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;em&gt;"O sentimento de desespero nunca é súbito, não é um desabamento – é o fim de uma escalada mental que vai queimando todos os cartuchos da razão até, aparentemente, não sobrar nenhum, e então a idéia de solidão deixa de ter o charme confortável de uma idéia e ocupa inteira a nossa alma, em que não caberá mais nada, exceto, quem sabe, a coisa-em-si que ele parece procurar tanto: o sentimento do abismo. (Não se mova, que dói.)"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tezza. Cristovão. O Filho Eterno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-7976306552102777833?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/02/o-sentimento-de-desespero-nunca-e.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-250603273726871791</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2009 14:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-06T11:19:09.484-03:00</atom:updated><title></title><description>E a pessoa ama ainda mais ter 30 anos quando vê que, não bastassem tooodas as demais vantagens, ter 30 anos é tão emblemático que também impede vc de deixar de fazer coisas por conta de acessos repentinos de infantilidade, chiliques de insegurança e afins. Porque né, vc tem 30 anos, o que te dá toda a autoridade pra agir como tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realmente o máximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-250603273726871791?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2009/02/e-pessoa-ama-ainda-mais-ter-30-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-4080522888608165343</guid><pubDate>Sun, 21 Dec 2008 23:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-21T20:34:37.812-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ah, o Natal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Época de se ouvir Simone onipresente nos mercados, elevadores e estacionamentos de shoppings.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Época dos amigos secretos e suas frustrações. Esse ano o senhor meu pai foi finalmente poupado pelo destino e foi minha mãe a escolhida, para dar kits artesanais todos perfumados e atenciosos e ganhar em troca um simples panetone. Vendo-se em perspectiva é lucro, porque do Seu Cosme, que já ganhou cinto usado – até com os quebradinhos do uso do couro – e, em outro ano, perfume empoeirado encalhado há sabe-se lá quantos anos na penteadeira da pessoa, ninguém ganha. Sorte que são desses amigos secretos da correria, em que o sorteio é feito já na hora da revelação, que senão Seu Cosme começaria a duvidar de seu carisma. Mas não, por sorte é só azar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Época das confraternizações de fim de ano, e do povo querer se encontrar pelo tempo que não conseguiu se ver durante o ano inteiro, resultando em uma média de três jantares por noite, e duas turmas diferentes por noite frustradas com sua incapacidade – cooomo isso? – em estar em dois lugares ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;E quilos que se acumulam às vésperas do verão, muito oportunos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Tempo de shoppings lotados, supermercados intransitáveis e trânsito caótico. E da fuga em massa para o litoral. E da correria para aproveitar o – pouco – tempo pra conseguir se arrumar para a viagem de Ano Novo. Data esta que eu mesma passarei no meio, quase que literalmente, do Rio Grande amado do ilustríssimo, com sua família, na calmaria completa de cidadezinha. Fazer nada é o meu grande e esperado plano de final de ano. E pescar, comer e beber nos intervalos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Entonces, se a gente não se ver até lá, feliz natal pra todos, com direito às esperanças todas e amoRR próprios do momento.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-4080522888608165343?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/12/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x_21.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-780416501853907765</guid><pubDate>Sun, 21 Dec 2008 23:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-21T20:12:21.643-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Machado sabe das cousas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecer é uma necessidade.&lt;br /&gt;A vida é uma lousa, em que o destino,&lt;br /&gt;para escrever um novo caso,&lt;br /&gt;precisa apagar o caso escrito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-780416501853907765?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/12/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6099261577078259573</guid><pubDate>Thu, 27 Nov 2008 01:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-26T22:13:14.074-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Os gugonautas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termo este de lavra da &lt;a href="http://backnforth4ever.blogspot.com/"&gt;Cris&lt;/a&gt; querida, não esqueçamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão abandonados os gugonautas, mas ainda assim, só de ver agora rapidinho, as incansáveis buscas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;peças teatrais curtas sobre o cotidiano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;pessoa nervosa&lt;/span&gt; - this is THE place, beibe.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;baixar livro o doido da garrafa&lt;/span&gt; - &lt;/span&gt;faz isso com Adrianinha não, vai. Compra lá.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;triciclos aquatico para o mar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diversidade, essa maravilha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6099261577078259573?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/11/os-gugonautas.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6105174669751671552</guid><pubDate>Sun, 23 Nov 2008 03:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-23T00:42:34.516-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Lindo!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271692843202916386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_FhuNs3IyIN4/SSjQtdQUMCI/AAAAAAAAAXs/GA_EbkW2aPw/s400/DSC02031.JPG" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6105174669751671552?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/11/lindo.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FhuNs3IyIN4/SSjQtdQUMCI/AAAAAAAAAXs/GA_EbkW2aPw/s72-c/DSC02031.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-2708620545273671689</guid><pubDate>Tue, 11 Nov 2008 01:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-10T23:01:48.360-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foto, foto, adoro foto!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entonces que a última remanescente dos vinte fechou a década e se encontra enfim com 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que continuam legais, diga-se, mesmo após a ressaca de segunda. Como diria a Sio, que tudo seja imensamente melhor, com exceção das ressacas... que com o tempo só pioram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fico realmente perdida quando sequer consigo definir, quanto menos expressar, o sentimento do momento. E quando vejo que tudo caminha um caminho paralelo: ao lado, mas sem encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez essa seja a grande metáfora da vez. Ou da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que tanta delicadeza eu me perguntava, quando eles me atropelam com um caminhão todas as vezes. Cuidaremos de cultivar o cinismo como maior e melhor arma de defesa na próxima década. Porém sabemos que não há defesa para tudo isso. Não há mesmo defesa para tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem sabe numa outra vida, quando formos gatos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267214118925973394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_FhuNs3IyIN4/SRjnVZKBN5I/AAAAAAAAAXk/XHIkGE2OShY/s320/DSC00591.JPG" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-2708620545273671689?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/11/foto-foto-adoro-foto-entonces-que-ltima.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FhuNs3IyIN4/SRjnVZKBN5I/AAAAAAAAAXk/XHIkGE2OShY/s72-c/DSC00591.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-8981089625317131350</guid><pubDate>Fri, 31 Oct 2008 21:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-31T18:47:21.938-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Só pra não deixar o mês inteiro passar em branco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que é feio, muito feio, só copiar e colar depois de tanto tempo sem notícias, mas a coisa ta braba, pessoar. Mas sobreviveremos para contar, quando der tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, é &lt;a href="http://www.releituras.com/adrifalcao_doido.asp"&gt;daqui&lt;/a&gt;, como sempre, que vem a salvação ao abandono.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;O doido da garrafa&lt;br /&gt;(Adriana Falcão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele não era mais doido do que as outras pessoas do mundo, mas as outras pessoas do mundo insistiam em dizer que ele era doido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Depois que se apaixonou por uma garrafa de plástico de se carregar na bicicleta e passou a andar sempre com ela pendurada na cintura, virou o Doido da Garrafa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Doido da Garrafa fazia passarinhos de papel como ninguém, mas era especialista mesmo em construir barquinhos com palitos. Batizava cada barco com um nome de mulher e, enquanto estava trabalhando nele, morria de amores pela dona imaginária do nome. Depois ia esquecendo uma por uma, todas elas, com exceção de Olívia, uma nau antiga que levou dezessete dias para ser construída.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Batucava muito bem e vivia inventando, de improviso, músicas especialmente compostas para toda e qualquer finalidade, nos mais variados gêneros. Uai aí aquela da mulher de blusa verde atravessando a rua apressada, e o Doido da Garrafa imediatamente compunha um samba, uma valsa, um rock, um rap, um blues, dependendo da mulher de blusa verde, do atravessando, da rua e do apressada. Geralmente ficava uma obra-prima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gostava muito de observar as pessoas na rua, do cheiro de café, de cantar e de ouvir música. Não gostava muito do fato de ter pernas, mas acabou se acostumando com elas. De cabelo ele gostava. Em compensação, tinha verdadeiro horror a multidão, bermudão, tubarão, ladrão, camburão, bajulação, afetação, dança de salão, falta de educação e à palavra bife.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Escrevia cartas para ninguém, umas em prosa, outras em poesia, como mero exercício de estilo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tinha mania de dar entrevistas para o vento e já sabia a resposta de qualquer pergunta que porventura alguém pudesse lhe fazer um dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ajudava o dicionário a explicar as coisas inventando palavras necessárias, como dorinfinita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adorava álgebra, mas tinha particular antipatia por trigonometria, pois não encontrava nenhum motivo para se pegar pedaços de triângulos e fazer contas tão difíceis com eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Conhecia mitologia a fundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tinha angústia matinal, uma depressão no meio da tarde que ele chamava de cinco horas, porque era a hora que ela aparecia, e uma insônia crônica a quem chamava carinhosamente de Proserpina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sentia uma paixão azul dentro do peito, desde criança, sempre que olhava o mar e orgulhava-se muito disso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Acreditava no amor, mas tinha vergonha da frase.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Às vezes falava sozinho. Preferia tristeza à agonia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Todas as noites, entre oito e dez e meia, era visto andando de um lado para o outro da rua, método que tinha inventado para acabar de vez com a preocupação de fazer a volta de repente, quando achava que já tinha andado o suficiente. (Preferia que ninguém percebesse que ele não tinha para onde ir.) Enquanto andava, repetia dentro da cabeça incessantemente a palavra ecumênico sem ter a menor idéia da razão pela qual fazia isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Durante o dia o Doido da Garrafa trabalhava numa multinacional, era sujeito bem visto, supervisor de departamento, ganhava um bom salário e gratificações que entregava para a mulher aplicar em fundos de investimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;No fim do ano ia trocar de carro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Era excelente chefe de família.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não era mais doido do que as outras pessoas do mundo, mas sempre que ele passava as outras pessoas do mundo pensavam, lá vai o Doido da Garrafa, e assim se esqueciam das suas próprias garrafas um pouquinho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-8981089625317131350?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/10/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6770573300566942250</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2008 01:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-25T23:09:33.812-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div&gt;Não, e sabe que estou nesta coisa de mal parar no escritório pra fazer os prazos e mais prazos que se acumulam, o que força o trabalho em casa, que é coisa que abomino e tento evitar ao máximo mas que às vezes realmente não dá. E nesse ritmo intenso, o “às vezes” se torna praticamente tododia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que toda semana tem audiências e mais audiências. All the time. E daí eu que nem sou lá muito fã das audiências todas, acabo me irritando ainda mais porque além de ter que as fazer assim, duzentas e oitenta e cinco vezes mais do que eu gostaria, ainda fico muito mais tempo fora dos tais prazos, que não param de se acumular e causar os mais freqüentes trabalhos em casa até altas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ainda assim há surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que se criou um feliz hiato entre as 5943085943 audiências de setembro – mês em que jurei que se não me mudasse pra China agora, nunca mais que ia – e as do começo de outubro, modos que entre dia 23/09 atéééééé 06/10, eu mesma só gerenciaria as cousas e mandaria pessoas fazer audiências, e eu mesma não faria nenhuma. Uma benção, praticamente, de poder ficar efetivamente dentro do escritório fazendo as duasmiltrezentasesessentaetrês peças processuais em pendência. Período em que, teoricamente, diminuiria o tão abominado trabalho em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoricamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque sempre tem os clientes que ligam avisando no dia que precisam de alguém pra fazer coisas no mesmo dia.Tipo assim. Ninguém tem nada marcado nunca, e eu fico aqui lendo jornal mesmo, então essa coisa de avisar em cima da hora não tem problema nenhum, imagina. Sendo que por “coisas”, entendam outras audiências, ou reuniões, ou auditorias e afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãs, no caso de ontem, foi uma reunião. Com pessoa dos setores municipais do meio ambiente, às tais horas, por causa de multas indevidas, como todas são. Respirei fundo e ainda assim praguejei. Praguejei contra tudo e todos que me inventavam coisas não previstas pra fazer em dia de intenso labor programado e organizado. E assim, pra ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim, imensa surpresa. Grandessíssima surpresa ao – depois de me perder, é claro – ver que o tal do setor do meio ambiente ficava, ele mesmo, em meio de enorme área verde de, acho eu, reserva ambiental. Nada mais propício, mas ainda assim surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque vejam. Reuniões de órgãos públicos pra discutir a aplicação de multas a clientes são sempre em prédios cinza, em dias cinzentos, depois de congestionamentos, e de duas horas e meia de espera. É assim e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que nada. Esse setor aí era no lugar mais lindo do mundo. Ou da cidade, pelo menos. Bosques para todos os lados. Construções de tijolinhos, sendo que cada bloco era praticamente um chalé. E pra chegar de bloco em bloco, era através de pontezinhas de madeira ou pedra, com um rio cheio de mini-quedas d’água que passava por todo o lugar. Sério gente. Imagina a minha cara de surpresa. Eu, de terno preto e pasta preta – que combina perfeitamente com os prédios cinza, asfalto e congestionamento – destoando da paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei tão admirada que esqueci de tirar uma foto com o celular, pra vocês terem uma idéia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas achei aqui, muito mais ou menos, pra dar uma pequenissima noção do que realmente é a coisa toda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SNxEPGNDKQI/AAAAAAAAAEo/IsFKZdorrFA/s1600-h/barigui.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250146291761228034" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SNxEPGNDKQI/AAAAAAAAAEo/IsFKZdorrFA/s320/barigui.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pra se ter noção, na hora da tal reunião, no gabinete da otoridade – cujas paredes (do gabinete, bem entendido) são inteiras de vidro, com visão pro bosque – eis que me passa um mico, todo faceiro, de árvore em árvore. Verdade verdadeira. Perdi totalmente o fio da meada do que estava sendo tratado e tive que comentar a passagem do mico, que não teve jeito. Fora uns tantos passarinhos diferentes. Coisa mais linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso que estava nublado e frio, então imagina com sol. Eu é que não ia trabalhar, isso é certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta eu até tentei lançar a idéia de um eco-escritório, com rios, pontes e micos de galho em galho, mas não deu muito certo. Distração demais pra muito trabalho e pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãs, é algo a se pensar. Que eu trabalhando num lugar desses, certamente não estaria aqui na quinta-feira à noite tomando vinho e rezando pra acordar animada às seis e quinze pra acadimia. E rezando, mais ainda, pra dar conta do trabalho e não ter que trazer nenhuma lição de casa pro final de semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estaria sim lá, paradona, ouvindo o barulhinho tão agradável das quedas d'água, procurando ver um mico ou um beija-flor, quem sabe. Que depois dessa, tudo é possível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6770573300566942250?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/09/no-e-sabe-que-estou-nesta-coisa-de-mal.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SNxEPGNDKQI/AAAAAAAAAEo/IsFKZdorrFA/s72-c/barigui.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-6107461239736857631</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2008 01:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-31T18:41:48.518-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aqueles dois.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SNw3vC4m7JI/AAAAAAAAAEg/qUFkfURYGJs/s1600-h/aqueles+dois+2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250132546974837906" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SNw3vC4m7JI/AAAAAAAAAEg/qUFkfURYGJs/s400/aqueles+dois+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Que já era pra eu ter feito a propaganda aqui há muito mais tempo, mas sacumé. Nem começarei a falar das correrias todas que isso já encheu o saco, eu sei. Mas ainda dá tempo, muita fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Pois então, foi essa A peça do Festival de Teatro deste ano. Aquele que a gente nem falou sobre em momento algum nessa vida, quando na verdade março era pra ser sempre o mês mais ilustrado e comentado por aqui pelas bandas do blog.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A melhor peça deste ano, sem dúvidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Em meio a várias medianas, que vou te contar. Esse ano foi meio morno, pelo que me lembro. Talvez me faltem as emoções todas do momento, caso eu fosse falar logo depois de ter visto as cousas, mas ainda assim acho que foi meio meio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A Companhia é mineira, o que nos lembra de várias outras peças igualmente boas vindas de lá. Mais uma anotação no caderninho, ao lado de Campinas: Minas Gerais = bom.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Mas então, &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: normal;" href="http://www.stratta.com.br/cialunalunera/"&gt;Luna Lunera&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, a Companhia. E texto de quem, quem? Caio Fernando Abreu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Uma das adaptações mais fiéis de texto para o palco, atrevo-me a dizer cá em minha ignorância. Quatro atores se revezando em dois papéis, todos misturados e todos ao mesmo tempo agora, ora narrando, ora interpretando e assim vai. Um cenário com vários objetos que acabavam sendo usados para ambientar lugares e situações bem diversas. Livros, discos, televisão, cigarro e café.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A gente teve a sorte de ter sido no Paiol, que eu acho que caiu como uma luva pra disposição do cenário e dos atores. Como que se aproximasse mais, entrelaçasse mais, integração total com o público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O conto está inteiro &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: normal;" href="http://www.releituras.com/caioabreu_dois.asp"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, como sempre. Daí acho eu que nem preciso entrar muito no que seria a história, propriamente. E é de bom grado ler antes, como sempre. Até pra reparar quão boa é a adaptação, coisa de louco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Confesso que, no meu preconceito adquirido ao longo de tantos festivais, fiquei deveras cabreira com a expressão corporal toda dos quatro homens que se encostavam, dançavam, coreografavam e interagiam assim, intimamente, antes do começo da peça. Ainda mais que estava eu com Merilú logo ali na primeira fileira, que na verdade era pra ser a segunda – boa visão, mas estratégica para esconder possíveis fiascos –, mas como a A era usada também pro material do cenário, a B virou A e lá ficamos nós assim, tão expostas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Mas que nada. Lindo o texto, linda a peça. Excelente trabalho e muito bom de ser visto. Isso que fomos lá numa terça (ou seria quarta) de intenso trabalho e muita vontade de ficar em casa. Ou seja, até Moniquinha Salmaso – e não me orgulho disso – já foi alvo de bocejos em situações assim. E a peça não, em nenhum momento. O tempo passa daquele jeito bom que devia ser sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Com o perigo de estragar uma surpresa na peça – então não leia as próximas linhas se quiser ver a apresentação antes sem saber de nada – até a cena de nudez é bem colocada. E olhe que nudez é outro dos meus tantos preconceitos e pés-atrás teatrais, que pra mim é dificílimo não ficar agressivo, muito pudica que sou. E quase sempre desnecessário. Mas nesta peça em específico foi até suave, se é que isso existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Então vão lá, que dá tempo. Sexta, sábado (a las nueve) e domingo (a las siete). Ótemo programa, altamente recomendável. E barato né, vá lá. Pelo que diz o folder, dérreal a inteira e cincão a meia. Pelamor, mais barato que o Festival e mais barato do que qualquer outra coisa do nível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;“Num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-6107461239736857631?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/09/aqueles-dois.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_D53Ac1wgdv0/SNw3vC4m7JI/AAAAAAAAAEg/qUFkfURYGJs/s72-c/aqueles+dois+2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-7681462789610274376</guid><pubDate>Fri, 05 Sep 2008 00:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-04T21:03:31.138-03:00</atom:updated><title></title><description>Mas sabe que ontem coincidentemente eu assisti aquela belezura de filme, com a mocinha Jennifer esposa (ou seria ex, que eu nunca sei) do mocinho Ben Afleck. Justamente sobre o quê, o quê?? Os TRIIINTA. Muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sério, nunca tinha visto e nem imaginava que era, só parei pra ver porque tinha lá uma cena de festinha de porão aos anos oitenta e no fim era o tal do filme dos TRINTA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí apesar da aguice com açúcar toda e do fato de como as pessoas que desejam ser grandes e realizam seus pedidos terem sempre profissões que se adaptam facilmente a qualquer idade da infância querida – ninguém é médico, contador, manobrista –, foi ali o ponto inicial das reflexões todas. Daquela coisa de como a escolha mais simples pode mudar a história da vida da pessoa por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagina. Que eu moro aqui de um lado da cidade e acabei indo parar em uma escola láááá do outro lado do mundo para mim, por causa de uma bolsa que mamã recebeu enquanto funcionária pública de outrora. E era uma lista com três escolas, e no fim foi naquela que eu acabei. Mas SE não tivesse sido, repare. Provavelmente nunca que conheceria Merilú, já que foi no fatídico primário que tudo se iniciou. Imagiiiina,. E nem Anna e nem Juju. Daí veja que Juju não conheceria Thiaguito, amigo de faculdade de Merilú, e nem estariam de casório marcado para o final do ano. E nem Anna namoraria André que me apresentaria o amigo Daniel, com quem não estaria eu casada, convivida e amasiada. Isso sem contar que Merilú nunca conheceria nem teria trabalhado com Ferdinanda, que por sua vez foi minha amiga de faculdade, e nem Ferdinanda conheceria Rafael, que foi amigo de faculdade de Merilú. E nem Ferdinanda teria morado com Day, que foi amiga de segundo grau da minha irmã.&lt;br /&gt;Ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que pode ser que todo mundo se conhecesse de alguma outra maneira né, que Curitiba é um cú mesmo e nunca se sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ao que tudo indica, todo um universo paralelo se instalaria e o mundo estaria perdido. Que ESTA verdade real tal qual conhecemos é a ordem das coisas e nunca outra. Esta é a melhor de todas, o final feliz dos filmes, o certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se eu tivesse ido pra alguma das outras duas escolas lá, em 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora imagine se seu Cosme inventa de ficar no Rio de Janeiro e não conhece Dona Edith aqui na terrinha? Por onde não andaria yo. E assim nas respectivas famílias de cada um desses que se cruzaram pela vida. Coisa de louco. Sinal de sandice, acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu mesma não sei bem onde isso termina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ufa que tudo são ‘se’s.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-7681462789610274376?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/09/mas-sabe-que-ontem-coincidentemente-eu.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-1910424710115255650</guid><pubDate>Thu, 04 Sep 2008 23:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-04T20:56:35.838-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dos TRINTA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porque os TRINTA não passam batidos nem que a gente tente. Com todo o poder de abstração – não que seja o caso –, ainda assim é impossível se esquecer dos TRINTA. Você pode até tentar fingir que não é com você, que imagina, você é tão maior que essas coisas de idade, sabe como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os TRINTA estão aí e chegam, para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando se vê, se está inconscientemente fazendo aqueles milhões de reflexões por minuto, de como a vida anda tão rápido e de como você achava que isso ou aquilo já iria ter acontecido aos TRINTA, e de como as perspectivas mudam radicalmente a cada ano – imagine pensando em décadas, então – e de como as reflexões de tempos atrás já não se aplicam mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que tudo, essas mudanças de perspectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que quando na infância doirada, nos tempos de rosada rebenta, como bem diria Thiaguito, eu mesma sempre colocava nas brincadeiras de contagem de anos e eventos que se sucederiam na vida, os 22 anos como uma ótima idade para casar. E com o apoio de dona Edith, que bem lembro, que concordava e endossava do quão boa a idade dos 22 era boa para o evento casadoiro. Mas naquela época minha profissão seria paleontóloga ou cantora, então as coisas realmente não regulavam, nem sob a mais complacente das perspectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo mais tarde, nas épocas tensas de vestibular, os TRINTA eram sinônimo de estabilidade, conforto e conquistas materiais todas devidamente satisfeitas, quem sabe até com prole criada. Não, acho que nem tanto. Não especificadamente os TRINTA, já que aos dezessete não se pensa – ou não era só comigo – exatamente no que cada idade representaria e nem em chegar os TRINTA mais precisamente. Mas quem tinha TRINTA era gente adulta, senhôures e senhôuras, tenho quase certeza. Que a memória, que já era fraca, me falha por completo neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal sabia eu que sairia da faculdade com 22 – aqueeela idade lá, boa que só pra se casar –, com diploma e carteirinha, sem experiência nenhuma nessa vida, nem noção da gravidade de nada, e levaria este choque imenso sobre o que é realmente ser responsável pela vida dos outros, ou pelo menos pelo patrimônio alheio. Que é uma responsabilidade. Te contar. A gente acostuma, como tudo nessa vida, e acaba meio que sem perceber minimizando a preocupação constante com o tamanho da coisa, porque senão também não se trabalha. O tal do distanciamento necessário. Mas ainda assim é grande, a gente é que prefere não lembrar. Senão certamente nem aos TRINTA chegaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que, cá estou eu, essa gente adulta. Sem a estabilidade imaginada, sem nem um décimo das tais conquistas materiais, preocupada que só com tudo e com todos nessa vida, trabalhando até não poder mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se começa a perceber o tamanho do amadurecimento dos vinte aos TRINTA. Sem brincadeira, verdade verdadeira. A noção de tudo melhora, as percepções todas, a visão crítica, digamos, de toda a informação que se absorve o tempo inteiro. E principalmente a noção do quanto ainda se tem a amadurecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é bom, muito bom. Sinceramente bom. Conscientemente bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero sin perder la ternura, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ao mesmo tempo se pensa no ritmo que se consegue manter, nas coisas a conhecer, no companheiro extraordinário que se tem, nos amigos tidos e mantidos e que seguem exatamente este mesmo ritmo, como que por simetria. Automática, espontânea e confortante simetria, que só se consegue assim, quando se está nos TRINTA, ou perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nas possibilidades todas que se enxerga agora um pouco mais do alto, e os zilhões de oportunidades, da consciência da capacidade de ação, e no quanto ainda se vai aprender. Tomada e inundada, eu diria, pelas possibilidades, é o sentimento do dia. Com sorte, de todos os TRINTAs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E até uma nostalgia antecipada, que algo me diz que vai ser a época melhor de se lembrar depois. A vida promete.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-1910424710115255650?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/09/dos-trinta-porque-os-trinta-no-passam.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-3654637095686747980</guid><pubDate>Thu, 31 Jul 2008 17:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-31T14:52:26.256-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Sistema Repetitivo de Desapegos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansativo, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-3654637095686747980?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/07/o-sistema-repetitivo-de-desapegos.html</link><author>noreply@blogger.com (MARIANA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-5841267161461489389</guid><pubDate>Mon, 21 Jul 2008 01:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-20T22:11:30.190-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Meet Joseph.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_D53Ac1wgdv0/SIPhZkmVRFI/AAAAAAAAAD8/pngGedZ8lAc/s1600-h/joseph.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_D53Ac1wgdv0/SIPhZkmVRFI/AAAAAAAAAD8/pngGedZ8lAc/s320/joseph.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225267822117340242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso novo peso pra porta. Não 'novo', propriamente, que é o primeiro e único. Os vizinhos certamente agradecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesma que comprei ele hoje na feirinha, e eu mesma já levei dois sustos com ele ali no chão da cozinha. Saco. Que eu ando no escuro e ele tem aquele rabinho ali que realmente engana a pessoa mais desavisada. E sendo eu a desavisada mor, já vi tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano do rato, diz-que. Ano do Joseph.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-5841267161461489389?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/07/meet-joseph.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_D53Ac1wgdv0/SIPhZkmVRFI/AAAAAAAAAD8/pngGedZ8lAc/s72-c/joseph.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-2380966570992809780</guid><pubDate>Sat, 19 Jul 2008 04:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-19T01:21:24.069-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Só pra se ter uma idéia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; Não, mas só pra se ter uma idéia mesmo, do drama.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; Uma página do tal diário, assim super aleatória e randômica:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Quinta-feira, 04-07-1991:&lt;br /&gt;(...) Na escola, eu tirei (na classificação geral) 3º lugar na trilha e a Jú e eu 2º lugar na peteca!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sério. Seriíssimo. Geek total. How nerd was I. Sendo o ‘was’ por minha própria conta e risco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas te digo.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Não precisa de muito. Elas, as aberrações, saltam – saltitam, pululam – aos olhos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-2380966570992809780?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/07/s-pra-se-ter-uma-idia-no-mas-s-pra-se.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-38621755.post-7359087823211193814</guid><pubDate>Sat, 19 Jul 2008 04:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-19T01:09:12.099-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas a verdade é que&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não apenas o blog aqui coitado foi abandonado, como também eu mesma nunca mais que li blog nenhum nessa vida. E o nunca mais que eu digo são dois, três meses sem ler nada de nada por aqui. Eu sou uma péssima administradora do tempo, eu sei. Uma época tinha cursos disso, de toda dinâmica da coisa e de – como é o nome mesmo? – tipo potencializar ao máximo o pouco tempo de que se dispõe. Tem um nome isso, eu acho. Mas o facto é que nunca fiz desses cursos que desde o primário eu precisaria, mãs.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E, portanto, não tenho tempo para nada. Só se trabalha nessa vida. Mas é que vocês não sabem, falando assim fica tudo muito genérico, mas a quantidade de trabalho é realmente assombrosa. Tudo na expectativa de colher os frutos num futuro incerto e não sabido. Mas a esperança, essa peste, sempre nos ronda e acaba fazendo com que essa rotina dos infernos se repita e repita indefinidamente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Daí que a partir do momento em que se resolve atualizar o tal do blog, otomaticamente aparece aquela vontade incrível de se atualizar no mundo bloguístico &lt;i style=""&gt;como um todo&lt;/i&gt;, e pra variar se começa pelo primeiro da lista ali nas direitas. SÓ QUE &lt;a href="http://backnforth4ever.blogspot.com/"&gt;Cris querida&lt;/a&gt; escreve mileduzentos posts por dia, e daí se começa a baixar as musiquinhas todas tão gentilmente compartilhadas e daí quando se vê, se está sozinhabandonada na sexta – que mata – à noite, toda animada e tomando cervejas. De 473 mililitros, que foram herança deixada do sábado passado, muito divertido, diga-se. Ocasião esta que me rendeu uma senhoura ressaca. Digníssimo espouso convivente e amigado ganhou de presente um narguile – sendo que não tenho condições e/ou vontades de procurar como diabos se escreve narguile neste momento –, sendo que desde abril constatei que ressaca de cerveja + narguile é 854983 vezes pior do que aquela usual velha amiga irmã camarada ressaquinha normal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Perdi-me-me.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Então.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Pois as tais musiquinhas, somadas as cervejas de 473 mililililitros e à solidão total da sexta-feira, já que espouso convivente e amigado está na labuta, que trabalho por escala tem disso, acabaram por fazer que, não mais que de repente, não se sabe onde, como ou por que, surgisse em minha frente mais uma daquelas antiguidades que a gente sabe que tem, mas só a cerveja amiga ajuda a lembrar que. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Diário de 1991.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu tinha encontrado o famigerado quando estava de mudança, há quase dois anos, e na época tinha cogitado de escrever a respeito, como já foi feito naquela coisa do caderno de confidências. Vou ler com muita calma, mas só de revesgueio já vi coisas do tipo “não vou na festa do fulano, porque ele tem bafo de cerveja” – quem te viu, quem te vê –, ou ainda “ele disse que morava em tal lugar, mas acho que era só &lt;i style=""&gt;alugação&lt;/i&gt;”, e o mais rico vocabulário do tipo &lt;i style=""&gt;acavalhação&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;gazear &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;zonear&lt;/i&gt;. Ou seje.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Só em outra noute dessas com muita cerveja é que a leitura total será possível. Mas já aviso que 473 mililitros será pouco, muito pouco, para o que deve aparecer.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38621755-7359087823211193814?l=vemninois.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://vemninois.blogspot.com/2008/07/mas-verdade-que-no-apenas-o-blog-aqui.html</link><author>noreply@blogger.com (CAROLINA)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>